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	<title>Carol Munhoz - Blog</title>
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	<description>Música, Filmes, Séries, Fotografia, etc.</description>
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		<title>Lançamentos Musicais (Jan-Abr 2012)</title>
		<link>http://carolmunhoz.com/blog/lancamentos-musicais-jan-abr-2012/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 20:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Munhoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá queridos leitores! Sim, estou brega hoje! Será que assim consigo mais comentários? Hahahah&#8230; Enfim. O post de hoje é para aqueles amigos e colegas que vivem me pedindo dicas de músicas novas. A maioria das pessoas tem uma lista fechada de bandas que ouve, e eu sou completamente o contrario. Eu estou sempre procurando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá queridos leitores!<br />
Sim, estou brega hoje! Será que assim consigo mais comentários? Hahahah&#8230; Enfim. O post de hoje é para aqueles amigos e colegas que vivem me pedindo dicas de músicas novas. A maioria das pessoas tem uma lista fechada de bandas que ouve, e eu sou completamente o contrario. Eu estou sempre procurando coisas novas e se eu gosto muito, eu adoro recomendar para os outros.<br />
Pois bem. Hoje vou falar de cinco lançamentos bem recentes, de artistas provavelmente já conhecidos por todos vocês (ou não). Todos esses álbuns foram lançados esse ano, e alguns deles você já pode encontrar em lojas do Brasil e no iTunes pra comprar ou baixar!</p>
<p>Vamos a eles então?</p>
<p><strong>“Love is a Four Letter Word”, do Jason Mraz</strong></p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/jasonmraz.jpg"</a></center></p>
<p>O ídolo de muita gente, Jason Mraz, finalmente voltou com um álbum inteirinho e enorme pra gente ficar bem feliz. “Love is a Four Letter Word” é a cara do cantor, como sempre, ele nunca perde seu estilo. As 12 faixas são lindas e deliciosas. Mas, como todo CD pra mim, este tem um destaque: o single “I Won’t Give Up”. É provavelmente uma das músicas mais bonitas que ele já fez em toda a sua carreira. E eu aconselho você a assistir o clipe, aí em baixo. É de chorar mesmo. </p>
<p><center><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/O1-4u9W-bns" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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<br />
<strong>“California 37”, do Train</strong></p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/train.jpg"</a></center></p>
<p>Esse é um que eu serei meio suspeita pra falar, pois me considero uma das maiores fãs de Train existentes nesse mundo. Eu os conheço há mais de 9 anos, e depois de 6 CDs de músicas inéditas lançados, eu sempre fico pensando que um dia eles vão me decepcionar&#8230;mas isso nunca acontece. O novo álbum é um pouco estranho. Cada música é diferente da outra. Mas nem de longe isso afeta a qualidade do CD. Talvez não seja um CD muito vendido, mas talvez eu esteja enganada. Muitas pessoas que conheço amam o lançamento anterior da banda, “Save Me San Francisco”, apesar de eu achar que, no conjunto, é o álbum mais fraco deles.<br />
O “California 37” mostra um pouco do Train de todas as épocas. A mais moderna, é o single “Drive By” que comanda (confesso que de inicio não fui muito com a cara dessa música, mas depois de umas 5 ouvidas&#8230;é tão viciante que você não consegue mais parar de cantar “this is not a drive by-y-y-y-y”), a linda “We Were Made For This” é a cara das músicas que eu mais amo deles, com um toque extra. Mas é a faixa que dá nome ao álbum, “California 37”, que realmente mostra o que a banda fez todos esses anos e que ainda vai fazer por muito, muito tempo. Eles tiveram seus ups and downs, receberam muitas críticas negativas (e até hoje recebem), tiveram muitas mudanças ao longo dos seus 18 anos de existência, mas os fãs nunca deixaram de acreditar neles, e foi isso que fez com que eles continuassem a fazer música depois de tanto tempo. Como a própria letra diz: “Here&#8217;s to those who didn&#8217;t think Train could ever roll again. You were the fuel that I used when inspiration hit a dead end”.</p>
<p><center><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/oxqnFJ3lp5k" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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<br />
<strong>“Weapons”, do Lostprophets</strong></p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/lostprophets.jpg"</a></center></p>
<p>O Lostprophets é outra banda que teve aí seus 4 anos de hiatus depois de um álbum não muito bem recebido pela crítica. Quando você tem uma banda de hard rock que saiu do País de Gales, nos dias atuais, é complicado ganhar pontos positivos da crítica britânica. Mas o Lostprophets sempre fez questão de mostrar que eles estão, literalmente, pouco se lixando para o que os produtores e os críticos falam deles (é só ouvir músicas como “Burn Burn”, “A Town Called Hypocrisy” e “Dstryr and Dstryr”). E os dois últimos álbuns da banda mostram exatamente isso. O novo, “Weapons”, é ainda melhor e mais nervoso do que o anterior, “The Betrayed”. Eles tem o dom de fazer álbuns em que nenhuma música é esquecida. Fiquem aí com o clipe do single “Bring ‘Em Down”. Genial.</p>
<p><center><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/-P-QpZcOu-A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>
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<br />
<strong>“Kids In The Streets”, do The All-American Rejects</strong></p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/taar.jpg"</a></center></p>
<p>Meu veredicto aqui é simples: esse é o melhor álbum do AAR, de longe. O álbum mais maduro, adulto, e que só-tem-música-foda. Eu não consigo escolher minha preferida ainda. A banda é conhecida por seus singles mega famosos e que bombam em todo lugar, e esse talvez seja o único problema desse CD novo. Nenhuma música vai ser marcante pra banda. Sim, as músicas são excelentes, mas não para a rádio atual. O que é triste. Porque, sério, todo mundo deveria correr pra ouvir esse CD logo!</p>
<p><center><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/UhC7M8KF7AE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>
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<br />
<strong>“Forget The Storm”, do Tyler Hilton</strong></p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/tylerhilton.jpg"</a></center></p>
<p>Vamos lá, pra quem não conhece o Tyler Hilton: ele participou do clipe de “Teardrops On My Guitar” da Taylor Swift, ele interpretou ninguém mais, ninguém menos do que Elvis Presley no filme “Walk The Line” (também conhecido como Johnny &#038; June), e fez um dos melhores personagens na minha tão amada série One Tree Hill, o Chris Keller. E foi Chris Keller que lançou Tyler Hilton pro mundo, na verdade. Logo no primeiro episódio em que ele aparece, ele já toca violão e canta. E assim ele foi até o fim da série. Até o último capítulo. Lançando várias músicas lindas no meio do caminho, mas nunca um CD completo&#8230; Até esse ano, para nossa alegria!!! E o CD não poderia estar melhor! Além das excelentes “Kicking My Heels” e “Loaded Gun”, ele regravou a minha preferida dele das antigas, “You’ll Ask For Me”, que ficou ainda mais linda do que a versão “demo”. Aproveitem e assistam o clipe dessa música, ainda na versão antiga, e, se gostarem, ouçam o CD novo. Vale muito a pena <img src='http://carolmunhoz.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><center><iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/dIS5g26Bnso" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Gostaram das dicas? Comentem, deixem sugestões, e me contem o que acharam!</p>
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		<title>Filme: Jogos Vorazes</title>
		<link>http://carolmunhoz.com/blog/filme-jogos-vorazes/</link>
		<comments>http://carolmunhoz.com/blog/filme-jogos-vorazes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 22:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Munhoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atores]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[atores]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
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		<description><![CDATA[Como muitos já devem saber (ou não), nesta última sexta-feira estreou nos cinemas o filme Jogos Vorazes, baseado no primeiro livro da saga que leva o mesmo nome. Para aqueles que ainda estão boiando, eu explico do que se trata: Jogos Vorazes (The Hunger Games) é uma trilogia de livros escritos pela autora Suzanne Collins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitos já devem saber (ou não), nesta última sexta-feira estreou nos cinemas o filme Jogos Vorazes, baseado no primeiro livro da saga que leva o mesmo nome. Para aqueles que ainda estão boiando, eu explico do que se trata: Jogos Vorazes (The Hunger Games) é uma trilogia de livros escritos pela autora Suzanne Collins – o primeiro sendo <strong>Jogos Vorazes</strong>, o segundo <strong>Em Chamas</strong> (Catching Fire) e o terceiro <strong>A Esperança</strong> (Mockingjay). A saga é a nova aposta para conquistar milhões de fãs adolescentes e jovens depois do fim de <strong>Harry Potter</strong> e <strong>Crepúsculo</strong> (ambos também escritos por mulheres). Uma coincidência a mais: todas as três sagas tem como personagens principais um trio &#8211; dois homens e uma mulher. Mas as comparações acabam aí. Harry Potter é sobre bruxos, Crepúsculo é sobre romance (vampírico) e Jogos Vorazes é sobre uma história muito mais complexa do que tudo isso junto.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/jv-still-hq0007.jpg" class="bordaimg"></a><br />
<i>Elizabeth Banks (Effie) e Jennifer Lawrence (Katniss), durante a colheita dos tributos para os Jogos Vorazes.</i></center><br />
<center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/jv-still-hq0009.jpg" class="bordaimg"></a><br />
<i>Lenny Kravitz (Cinna), Woody Harrelson (Haymitch) e Josh Hutcherson (Peeta), batendo um papo antes dos Jogos começarem.</i></center></p>
<p>A história se passa no futuro, não se sabe quando pois Suzanne preferiu não utilizar datas (nem religião, um fator super interessante nos livros! Você não acha UMA referencia a Deus nem na hora do desespero dos personagens). Mas um futuro não muito inimaginável, já que é tudo possível que aconteça: aquecimento global, enchentes, guerras guerras e mais guerras. O que sobra é um “mundo” chamado Panem, que foi dividido em 13 distritos e uma Capital. Os distritos são de gente pobre e escravos da Capital, que por sua vez são ricos, modernos, e extremamente vaidosos. Após a guerra que acabou com o mundo que conhecemos, foram criados os anuais Jogos Vorazes. Neles, 24 jovens de 12 a 18 anos de idade são convocados para lutar numa arena até a morte, restando somente um, o vencedor. Esse vencedor ganha uma casa nova e boa, dinheiro e comida para seu distrito. São escolhidos dois tributos de cada distrito, um do sexo feminino e um do masculino. E o mais legal de tudo: é um <strong>reality show</strong>! Tudo que acontece na arena é televisionado para a população, sem cortes. Ou seja, o mundo assiste ao vivo, em detalhes, vinte e quatro pessoas lutando até a morte. Legal, né? –not.</p>
<p><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/livros.jpg" class="bordaimg" align="left"></a> Tem toda uma burocracia por trás dos Jogos, mas eu prefiro falar aqui e agora que vocês deveriam LER pelo menos o primeiro livro, para entenderem tudo direitinho e, claro, falar logo que é extremamente viciante e você não vai mais querer largar. É uma história interessantíssima, mega criativa, e emocionante do começo ao fim. Eu nunca chorei lendo um livro. Nunca. Mas isso foi só até eu ler o final do último livro dessa saga. E voltando agora a falar do filme, não foi só eu que chorei na sala de cinema, eu garanto.<br />
Eu engoli os três livros em menos de um mês, então virei fã bem rápido. Comecei a ver os trailers sem parar, acompanhei todas as premieres, decorei o elenco todo, e não aguentava mais a espera do fatídico dia 23 de março de 2012. Quando finalmente chegou, eu fiquei nervosa como se fosse estreia de um filme do Harry Potter (pra quem não sabe, eu sou uma daquelas die-hard fãs de HP que leu todos os livros milhares de vezes e comprava o ingresso da primeira sessão vários meses antes e chorava e gritava e batia palma no cinema). E foi a manhã toda assim até eu sentar na poltrona da melhor sala do cinema do Shopping Parque Dom Pedro em Campinas, às 15hs. Logo reparei que a sala não lotou, mas a maioria que estava lá era de fãs da saga, todos surtando e esperando ansiosamente pra ver o filme na tela grande.</p>
<p><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/jv-post-012.jpg" class="bordaimg" align="right"></a> Toda a emoção foi contagiante até para aqueles que estavam lá sem entender o que estavam assistindo. A cada cena muito querida pelos fãs, eram gritos e risadas antecipadas e “aaaaahhs”e “uuuuuuhhs” e muitos, mas muitos soluços e lágrimas nas cenas tristes ou extremamente emocionantes (como por exemplo o final da cena da colheita, quando Katniss se voluntaria para ir nos Jogos no lugar da irmã que foi sorteada). Na última cena, antes de começar a tocar a (incrível, perfeita, magnífica) música do <strong>Arcade Fire</strong>, <em>“Abraham’s Daughter”</em>, nos créditos, as palmas da galera tomaram conta da sala e, obviamente, junto vinham aqueles novos fãs, que não tinham lido os livros. Não tinha nem como não gostar, sinceramente. Mas vamos tentar explicar o motivo, né?<br />
Primeiro de tudo, o filme é bem fiel ao livro. Tenho que começar a elogiar e agradecer ao incrível <strong>Gary Ross</strong> (<em>Seabiscuit – Alma de Herói</em>) agora mesmo, que dirigiu o filme e também escreveu o roteiro, junto da própria Suzanne Collins, autora dos livros. Ele fez um trabalho MAIS do que satisfatório, principalmente pro orçamento razoavelmente baixo que eles tinham (por volta de 78 milhões de dólares). Se eles tivessem mais recursos e mais tempo, o filme seria com certeza épico. E essa é realmente a única crítica negativa que tenho que dar pro filme! Alguns efeitos especiais deixaram a desejar, como o fogo nas roupas de Katniss e Peeta durante o desfile dos tributos e os chamados <em>bestantes</em>, que no livro são muito mais complexos, mas no filme viraram simplesmente uma criatura com aparência de lobo, ou um cão, ou algum animal do gênero. De resto, eles utilizaram muito bem dos recursos que tinham. As maquiagens e roupas dos moradores da Capital são simplesmente magníficos, muito bem trabalhados, chamam a atenção como deveria ser. Talvez também por causa do baixo orçamento, o filme ficou um pouco corrido. Algumas cenas são curtas demais quando deveriam ser muito mais complexas, como por exemplo a chegada dos tributos à arena. A cena ficou excelente, mas poderia mostrar muito mais as mortes, as lutas e as fugas.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/jv-ef-mq033.jpg" class="bordaimg"></a><br />
<i>Gary Ross, Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson e Liam Hemsworth num ensaio para a revista Hollywood Reporter.</i></center></p>
<p>Agora vamos falar das coisas boas: Os atores e suas respectivas atuações são ótimas. Destaque TOTAL para a linda da<strong> Jennifer Lawrence</strong>, que pra mim é a melhor atriz da nova geração, de longe. Ela concorreu a um OSCAR em 2011, poxa! Eu não entendo como tinha gente que repudiava ela como Katniss no início. Ela <strong>É</strong> a Katniss. Ponto final. <strong>Josh Hutcherson</strong> é sempre uma perfeição, até nos filmes mais toscos da face da terra, e ele de Peeta é o que todos os fãs da saga queriam. Ele é simpático, charmoso, engraçado e todo sentimental. Impossível não se apaixonar por ele imediatamente.<strong> Stanley Tucci</strong> é Caesar Flickerman, o divertidíssimo entrevistador e comentarista dos Jogos. <strong>Elizabeth Banks</strong> ficou simplesmente perfeita no papel da doida Effie Trinket. O filme ainda conta com a ilustre presença de <strong>Woody Harrelson</strong>, fazendo o bêbado Haymitch Abernathy, que comanda algumas das melhores cenas do filme todo, com certeza. E ainda tem <strong>Liam Hemsworth</strong>, o namoradinho da Miley Cyrus e irmão mais novo de Chris Hemsworth, no papel de Gale Hawthorne – o Jacob versão mais chata, diga-se de passagem – mas com certeza ajuda na beleza do filme, cá entre nós. Tem também <strong>Toby Jones</strong>, <strong>Jack Quaid</strong> (filho do Dennis Quaid com a Meg Ryan. Pois é!), a “órfã” (daquele filme de terror) <strong>Isabelle Fuhrman</strong>, <strong>Donald Sutherland</strong>, e <strong>Lenny Kravitz</strong> – sim, Lenny Kravitz! – que na minha opinião arrasou no papel do estilista Cinna, personagem tão querido pelos fãs da saga. As pequenas atrizes que fazem Prim, a irmã de Katniss, e Rue, a menina do Distrito 11, são as coisas mais lindas do filme. Mas volto a falar que o filme vale se você apenas quiser ver a Jennifer Lawrence. Essa menina brilha.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/jv-ef-hq003.jpg" class="bordaimg"></a><br />
<i>O elenco jovem de Jogos Vorazes.</i></center></p>
<p>O filme pode ser resumido em algumas palavras: emocionante, impactante, tenso, BEM tenso, um pouco violento (deveria ser mais), contagiante, angustiante, triste, engraçado, já falei emocionante? É. Você fica ansioso quando as coisas estão pra acontecer (se você já leu o livro), e fica nervoso quando as coisas estão acontecendo ou dando errado (se você não leu o livro). Serve para todos. É realmente contagiante do começo ao fim, não tem como não prender sua atenção.<br />
Enfim, se você não teve a oportunidade de ver o filme nesse primeiro final de semana, aproveite o próximo, ou algum dia de folga, talvez no feriado da Páscoa&#8230; E vá assistir no cinema. Vale a pena os caros reais que custa uma sessão hoje em dia. É o cliché <em>“diversão garantida”</em>! Além do mais, você estará ajudando nós, fãs, que queremos mais dinheiro para a produção poder fazer os próximos filmes à todo vapor! Porque as adaptações dos outros dois livros, acredite, vão merecer um belíssimo (e riquíssimo) elenco de produtores, atores, e aqueles caras que fazem efeitos especiais magníficos.<br />
Estamos combinados então?</p>
<p>PS: Aproveite e ouça o album da trilha sonora oficial do filme, chamado <em>&#8220;The Hunger Games: Songs From District 12 And Beyond&#8221;</em>. Tem <strong>Arcade Fire</strong>, duas músicas da <strong>Taylor Swift</strong>, os lindos do <strong>The Civil Wars</strong>, <strong>Maroon 5</strong>, <strong>Glen Hansard</strong>, <strong>Miranda Lambert</strong>, e muito mais. É sem dúvida uma das melhores compilações que já fizeram para um filme!</p>
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		<title>Indicados ao Oscar 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 23:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Munhoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atores]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[atores]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiramente, sim, eu abandonei esse blog. E me sinto muito mal por isso. Eu nem ando tão ocupada assim, mas a preguiça de escrever tem tomado conta do meu corpo ultimamente. Tanto que enrolei até o último segundo pra conseguir terminar esse post! Afinal, amanhã é dia de Oscar! E eu já ia fazer um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente, sim, eu abandonei esse blog. E me sinto muito mal por isso. Eu nem ando tão ocupada assim, mas a preguiça de escrever tem tomado conta do meu corpo ultimamente. Tanto que enrolei até o último segundo pra conseguir terminar esse post!<br />
Afinal, amanhã é dia de Oscar! E eu já ia fazer um post sobre os <strong>Golden Globes</strong>, depois sobre o <strong>SAG</strong>, depois sobre o <strong>BAFTA</strong>&#8230; mas tudo isso passou e eu não escrevi porcaria nenhuma, eu sei. Enrolei tanto que olha aí, já chegou o dia mais esperado do ano (ou um dos, pelo menos pra mim!) e eu nem comecei a escrever.<br />
Anyways, o que interessa é que finalmente esse ano eu me empenhei e assisti à quase todos os filmes indicados. É importante eu deixar claro que tudo que escreverei aqui é minha mera e humilde opinião sobre os filmes, não quer dizer que eles vão ganhar prêmios e nem que você deve usar minhas apostas pra bolões e tal (depois não venha me culpar se você se der mal!). É o que eu SEMPRE digo: Assistam os filmes. Tirem suas próprias conclusões. Opinem. O que eu faço aqui é somente um apelo: dê mais valor ao cinema. Principalmente para os filmes que se dão bem nas premiações. Se eles estão sendo falados, é porque vale a pena assistir. Certo? Estamos combinados? Então vamos ao meu veredito.</p>
<p><em>(Observação: o último filme foi completamente esquecido no Oscar, mas vou falar mesmo assim. Logo vocês entenderão.)<br />
(Observação 2: obviamente eu não vou falar de todos os filmes indicados, primeiro porque o post ia ficar quilométrico e segundo porque eu realmente não consegui assistir todos mesmo. Vou falar dos que mais me chamaram atenção de alguma forma. São só 9, nem dá pra cansar&#8230;)</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/THEDESCENDANTS.jpg" alt="" /><br />
The Descendants (Os Descendentes)</p>
<p>“A melhor performance de George Clooney”, na minha humilde opinião, deixou a desejar um pouco. Só em uma ou duas cenas que você realmente olha pra ele e diz: ok, George, agora entendo sua indicação (e seu Globo de Ouro). Mas de resto&#8230; o filme salva. A direção é fantástica, o roteiro maravilhoso e apaixonante, e tudo isso banhado a muita beleza do Havaí e músicas havaianas. Pra mim, o verdadeiro destaque do filme tem nome e sobrenome ainda um pouco desconhecidos na mídia classe A de Hollywood: <strong>Shailene Woodley</strong>. E a atuação da menina lhe rendeu uma super indicação de Melhor Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro (uma pena ela concorrer contra Octavia, Bérénice, Jessica e Janet – páreo duríssimo). Eu entendo as indicações técnicas, entendo a indicação de Direção e Roteiro, e&#8230;mais ou menos&#8230;entendo a indicação de Clooney. Mas definitivamente não entendo o prêmio de Melhor Filme Drama nos GG (Golden Globes para os leigos). Só entendo a indicação pra Melhor Filme no Oscar porque eles continuam botando 1 milhão de filmes lá pra concorrer só pra deixar o povo maluco mesmo. Mas vale assistir.</p>
<p><em>5 indicações ao Oscar (Ator, Diretor, Filme, Edição, Roteiro Adaptado)<br />
2 Globos de Ouro<br />
3 indicações no BAFTA<br />
2 indicações no SAG</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 7</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/THEARTIST.jpg" alt="" /><br />
The Artist (O Artista)</p>
<p>Aqui começa a verdadeira dúvida. Esse é ou não é o filme do ano? Eu tinha minhas dúvidas. Ainda tenho pra falar a verdade. Mas que fique claro que ele só tem um concorrente à altura: Hugo.<br />
O Artista é maravilhoso. Essa é a palavra. Um filme maravilhoso. Totalmente inesperado, me surpreendeu muito. Eu sou chata pra filmes em modelo antigo, confesso, mas esse foi feito com tanta genialidade&#8230;que é impossível não se apaixonar. Sem falar que é uma belíssima homenagem ao Cinema. Tem como não ganhar 372659873654 de prêmios??? Se eu tenho um ponto negativo pra falar dessa obra prima, é a trilha sonora. Apesar de ter ganhado todos os prêmios até agora, eu não concordo muito. O filme é mudo, como todos sabem, e a trilha sonora deveria ser AQUELA trilha sonora, que envolve você no filme, mas – pode ter sido só pra mim – eu achei um pouco perdida. Mas que fique claro que isso não interfere em nada na magia do filme. Talvez seja por isso que não gostei. Sei lá, isso ficou confuso. Anyways&#8230;<br />
E eis o ganhador de Melhor Ator em todas as premiações existentes no mundo das premiações: <strong>Jean Dujardin</strong>. Pra falar rapidamente: O Cara É Foda. Ele é famoso na França por seus papeis em séries de comédia na TV, mas é no papel do Artista que ele ganhou o mundo. Literalmente. George Clooney who? Go, Dujardin, go!!! (Também devia ter um prêmio pro cachorrinho, quem concorda???)</p>
<p><em>10 indicações ao Oscar (Ator, Atriz Coadjuvante, Direção de Arte, Fotografia, Figurino, Diretor, Filme, Edição, Trilha, Roteiro Original)<br />
3 Globos de Ouro<br />
7 BAFTAs (12 indicações!!!)<br />
1 SAG</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 9</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/THEHELP.jpg" alt="" /><br />
The Help (Histórias Cruzadas)</p>
<p>Querem uma curiosidade? Esse filme foi baseado num livro (maravilhoso, BTW), cujo nome original é The Help. No Brasil, o livro em português chegou com o nome de A Resposta. E&#8230;pois é. O filme foi chamado de Histórias Cruzadas. Vai entender.<br />
Mas enfim, esse foi o primeiro filme da awards season que eu assisti, ainda sem saber que ele seria tão bem indicado (é&#8230;faz tempo que ele saiu!), e logo me apaixonei. É o filme das performances mais fodas do mundo. O time de mulheres mais perfeitas que já vi juntas num filme só (<strong>Emma Stone, Viola Davis, Octavia Spencer, Jessica Chastain e Bryce Dallas Howard</strong> – pra citar só as principais), e isso fez elas ganharem o prêmio mais querido entre os atores de Hollywood: o Screen Actors Guild Award (SAG) de Outstanding Performance By A Cast In A Motion Picture (traduzindo mais ou menos&#8230; é um premio pro “conjunto da obra” do elenco de um filme!). Mas a história também é linda, cativante, e engraçadíssima em muitas partes (só de lembrar eu choro de rir!), filme bem cara de Oscar mesmo, e por isso a indicação de Melhor Filme. Só pra alertar quem ainda não assistiu: prepare o lencinho porque no final do filme a linda-maravilhosa-diva-perfeita-espero-que-roube-o-oscar-da-meryl da Viola Davis dá um show e faz você chorar baldes e mais baldes. Eu chorei de soluçar enquanto os créditos rolavam, just for the record.</p>
<p><em>4 indicações ao Oscar (Atriz, Atriz Coadjuvante (2), Filme)<br />
1 Globo de Ouro<br />
1 BAFTA<br />
3 SAGs</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 8</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/HUGO.jpg" alt="" /><br />
Hugo (A Invenção de Hugo Cabret)</p>
<p>Hugo Cabret, um menino de 12 anos, teve que crescer antes da hora. Depois da trágica morte de seu pai, começou a morar e trabalhar sozinho nos relógios de uma estação de trem em Paris. Ele tem que fazer tudo: cuidar dos relógios, fugir do guarda que prende as crianças órfãs na estação, e por isso acaba roubando comida e leva a fama de ladrão. Mas na verdade ele rouba peças de uma loja, para poder consertar seu robô, trazido pelo seu pai de um museu, na esperança de que ele revelará uma mensagem deixada antes de sua morte. É quando George (dono da loja) pega seu caderno contendo as instruções do robô que Hugo encontra a “nerd” Isabelle, e juntos eles investigam o segredo do robô, e consequentemente, a história da criação da fotografia e do cinema. Logo eles descobrem que na verdade, George (tio de Isabelle) é ninguém mais ninguém menos que <strong>George Méliès</strong>, o famoso ilusionista que foi um dos maiores pioneiros do cinema moderno, utilizando efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos que a gente só vê nos nossos próprios sonhos. E é disso que se trata o enredo de A Invenção de Hugo Cabret. O mundo dos sonhos que é o cinema e o poder que os filmes exercem em nossas vidas.<br />
Agora vamos falar dos fatores técnicos. Primeiro, é importante eu citar aqui minha paixão por <strong>Chloe Moretz</strong> depois desse filme. Que menina LINDA!<br />
Pois bem, o filme é comandado por <strong>Martin Scorsese</strong>, juntamente com um time classe A de produtores que inclui ninguém menos que <strong>Johnny Depp</strong>. A trilha é do GÊNIO GÊNIO GÊNIO <strong>Howard Shore</strong> (O Senhor dos Anéis &lt;333) e o roteiro é de John Logan, responsável pelos roteiros de Rango, Sweeney Todd, O Aviador, O Último Samurai, Gladiador&#8230;tá bom ou quer mais? E Martin Scorsese. Preciso mesmo falar dele? Dizem que esse não é o melhor trabalho dele, mas eu não consigo pensar em outro que se iguale a Hugo. É o primeiro filme, digamos, mais feito para crianças do diretor, e o primeiro em 3D também. E olha, eu vi pouquíssimos filmes em 3D na minha vida, mas já posso garantir que esse é o mais mágico de todos. Vale cada centavo (bem caro) pago no ingresso, e se tivesse a oportunidade iria ver de novo e de novo. Tudo salta da tela (lembro dos peixes no aquário nadando na frente da cena! Lindo demais!). Tudo fica mais lindo e mais mágico ainda. Ver as criações do Méliès então, em 3D? É o sonho de qualquer cinéfilo. E pra mim foi ainda mais lindo, porque eu tive uma aula sobre Méliès e assisti ao famoso <em>&#8220;Viagem à Lua&#8221;</em> durante meu curso de Fotografia em 2008. Quando eu descobri que o filme fazia uma homenagem à ele, eu já me emocionei, não precisou nem fazer um esforço pra eu chorar horrores por trás dos óculos na sala de cinema.<br />
Pra mim, é o mais merecedor de Melhor Filme pelo conjunto da obra, pela sensibilidade e pela excelência de Martin Scorsese no comando do filme. Mas Hugo não ganhou nenhum prêmio de Melhor Filme até agora. Fica aí aquela torcidinha especial pra última premiação do ano, e a mais importante, vale lembrar.</p>
<p><em>11 indicações ao Oscar (Direção de Arte, Fotografia, Figurino, Direção, Edição, trilha, Filme, Edição de Som, Mixagem de Som, Efeitos Visuais, Roteiro Adaptado)<br />
1 Globo de Ouro<br />
2 BAFTAs (9 indicações + uma belíssima homenagem à Scorsese no final da premiação)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 10</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/MONEYBALL-.jpg" alt="" /><br />
Moneyball (O Homem Que Mudou o Jogo)</p>
<p>Fiquei meio desanimada pra ver esse filme no início. Primeiro: eu não entendo de baseball; Segundo: o filme me parecia bem parado e só falação falação falação – e <strong>Brad Pitt</strong>. O que me fez assistir foi justamente o Brad (oi, eu amo Brad e todos os seus filmes e todos os seus papeis), e o fato de ter a mãozinha de <strong>Aaron Sorkin</strong> no roteiro (Brad Pitt + Aaron Sorkin = Filme do David Fincher. Mas não foi esse caso, anyway&#8230;). E eu não me arrependi neeeeem um pouquinho sequer! Como era de se esperar, o roteiro é a estrela do filme. Ah, e o Brad Pitt, é claro. Me surpreendi muito com o papel dele em Moneyball. Terminei o filme falando que ele ia levar o Globo de Ouro pra casa, mas não rolou.<br />
O que eu ainda não entendo é todo o bafafá que esse filme deu pro <strong>Jonah Hill</strong>. Tudo bem, é o primeiro papel (meio) sério da vida dele, mas&#8230;.indicar ele pro Oscar? Achei pegar pesado demais. Ele com certeza é importante no filme, talvez até mais importante que o personagem do Brad, mas a atuação dele não teve nada demais. Eu dou o destaque de coadjuvante pra todo o time, principalmente pra <strong>Chris Pratt</strong>, meu querido Andy da série <em>Parks and Recreation</em>.<br />
O filme é emocionante, daqueles clássicos de Oscar mesmo, que vale muito a pena assistir. E se você for igual eu que não entende bulhufas de baseball, prepare-se pra uma bela aula de matemática. Aposto que agora eu fiz todo mundo desistir de ver o filme. Hahahahah. Mas vejam! Eu até comecei a me interessar pelo esporte depois do filme.</p>
<p><em>6 indicações ao Oscar (Ator, Ator Coadjuvante, Edição, Filme, Mixagem de Som, Roteiro Adaptado)<br />
4 indicações no Globo de Ouro<br />
3 indicações no BAFTA<br />
2 indicações no SAG</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 7</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/TGWTDT.jpg" alt="" /><br />
The Girl With The Dragon Tattoo (Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres)</p>
<p>Eu ainda procuro uma explicação plausível do porquê a academia não gosta do <strong>David Fincher</strong>. Nem a academia e nem outra premiação qualquer esse ano, pelo jeito. Nenhuminha indicação pra ele por esse filme, que é outra obra-prima do diretor gênio. Kirk Baxter e Angus Wall (responsáveis pela edição de TODOS os filmes de Fincher), foram reconhecidos; Jeff Cronenweth, diretor de fotografia (também de quase todos os filmes – Clube da Luta, Se7en, A Rede Social), foi super merecidamente reconhecido, e até <strong>Rooney Mara</strong>, que ninguém botava muita fé depois de A Rede Social&#8230;foi reconhecida. Agora, Steve Zaillian (roteirista de Moneyball – junto com Aaron Sorkin &#8211; queridinho de David Fincher &#8211; oi, coincidências da vida!), Trent Reznor e Atticus Ross (trilhas sonoras&#8230;lembra do meu <a href="http://carolmunhoz.com/blog/a-longa-historia-de-david-fincher-e-trent-reznor/" target="_blank">post gigante</a>?), e o David Fucking Fincher&#8230;nada. Totalmente ignorados esse ano. Eu até entendo por um lado. Não é O melhor filme dele, mas sem dúvida mantém sua grande lista de sucessos incríveis que marcaram a história do cinema.<br />
Muitos ficaram temerosos, com medo de que esse filme fosse uma versão fraca do original que foi tão premiado lá fora, mas passou muito longe de ser fraco. Até os fãs mais assíduos da saga se apaixonaram pela versão americana. É diferente, mas ainda assim mostra de forma magnífica a história de cada personagem. É um assunto muito marcante, forte, e tenso. O filme é tenso. Te deixa tenso. E logo no meio você já fala: que filme foda! É tudo muito bem feito, desde as atuações até a trilha sonora, sem falar nas locações incríveis na Suécia.<br />
Minha maior alegria foi ouvir o nome de Rooney Mara sendo indicada na categoria de Melhor Atriz. Ela merece, e digo mais: merece ganhar. É um papel incrivelmente difícil de fazer, e ela faz de forma perfeita e ainda dá um belo chute na bunda de <strong>Daniel Craig</strong>, que praticamente some no filme ao lado dela. You go, Rooney! Uma pena ela ter como concorrente Meryl Streep, a queridinha das queridinhas de todas as queridinhas do mundo. E apesar de estar apaixonada por essa jovem atriz, minha torcida ainda é de Viola Davis. A categoria está absurdamente difícil esse ano.</p>
<p><em>5 indicações ao Oscar (Atriz, Fotografia, Edição, Edição de Som, Mixagem de Som)<br />
2 indicações no Globo de Ouro<br />
2 indicações no BAFTA</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 8</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/MIDNIGHT.jpg" alt="" /><br />
Midnight in Paris (Meia-Noite em Paris)</p>
<p>Tenho problemas com alguns filmes do Woody Allen. Não sou muito fã do estilo dele, acho muita falação pra pouco filme, mas enfim, não me joguem pedras ainda. Meia-Noite em Paris é o melhor filme dele, na minha humilde opinião. Também acho <em>Vicky Cristina Barcelona</em> fantástico, adoro <em>O Sonho de Cassandra</em>, e <em>Match Point</em>, convenhamos, é genial.<br />
O que me fez gostar de Meia-Noite em Paris foi o roteiro (que ganhou o Globo de Ouro). A história é linda, criativa e interessante. O visual do filme é incrível (dá pra entender a indicação pra Direção de Arte). E tirando <strong>Rachel McAdams</strong> que – i’m sorry &#8211; é irritante, o resto do elenco é muito bom. <strong>Owen Wilson</strong> mais uma vez provando que é um ator excelente (e surpreendente!).<br />
Um filme muito simples e bonito, do tipo que ganha o público facilmente.</p>
<p><em>4 indicações ao Oscar (Direção de Arte, Direção, Filme, Roteiro Original)<br />
1 Globo de Ouro<br />
1 indicação no BAFTA<br />
1 indicação no SAG</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 6</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/IDESOFMARCH.jpg" alt="" /><br />
The Ides Of March (Tudo Pelo Poder)</p>
<p>Agora vamos começar a falar das injustiças da Academia. Várias pessoas não vão concordar com o que vou dizer, eu sei, mas achei Ides Of March um filme fantástico. Eu nunca fui muito fã do George Clooney, mas ele conseguiu me ganhar com esse trabalho, tanto como diretor, como roteirista e até numa atuação coadjuvante. Óbvio que ele some nesse caso, com <strong>Ryan Gosling</strong> no papel principal, mas foi o primeiro filme que o Clooney chamou minha atenção, por incrível que pareça.<br />
A história é interessantíssima. No início, é muito termo político e campanhas e debates e não sai disso. Mas de repente eles jogam uma bomba em cima de você e você fica de boca aberta e os olhos mais abertos ainda até os créditos começarem a passar. Aliás, a última cena do filme é GENIAL.<br />
Ryan Gosling é talvez o ator mais injustiçado esse ano pelas premiações importantes. No Globo de Ouro ele recebeu duas indicações de ator principal: num filme de comédia (<em>Crazy Stupid Love</em>) e de drama por <em>The Ides Of March</em>. Depois disso, acabou. Nada de BAFTA, nem SAG, nem Oscar. O filme foi super comentado nos GG, mas depois sumiu. Eu acho Ryan Gosling um dos melhores atores da nova geração, e ele ainda vai dar muito o que falar.</p>
<p><em>1 indicação ao Oscar (Roteiro Adaptado)<br />
4 indicações no Globo de Ouro<br />
2 indicações no BAFTA</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 6</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><img class="bordaimg" src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/JEDGAR.jpg" alt="" /><br />
J. Edgar</p>
<p>Esse deveria receber um prêmio de Melhor Filme Injustiçado. Em todas as premiações. J. Edgar é um filme incrível, do mais incrível ainda<strong> Clint Eastwood</strong>. Tem Dustin Lance Black (ganhador do Oscar pelo roteiro de <em>Milk – A Voz da Igualdade</em>) no comando do roteiro, e <strong>Leonardo DiCaprio</strong>, <strong>Ed Westwick</strong> (sim, Chuck Bass!), <strong>Naomi Watts, Judi Dench, Armie Hammer</strong>, entre outros famosos no elenco. Leo chegou a receber uma indicação no Globo de Ouro e no SAG, mas não passou disso. Na verdade nem na premiação do SAG ele foi. E eu digo porque (pelo menos o que eu acho que ele sentiu depois dos GG): depois de perder pro George Clooney fazendo um papel fraco&#8230;FML!<br />
Eu garanto que não sou só eu que penso assim, mas perto de todos os indicados, tirando Jean Dajurdin que realmente merece, Leonardo DiCaprio no papel de J. Edgar Hoover merece todos os prêmios do mundo!!! Tudo bem que o Oscar ia ser difícil&#8230;mas nem sequer ser indicado??? Desculpa, Academia. Aí você foi longe demais. Eu sempre amei todos os papeis da carreira do Leo, sou suspeita pra falar, mas esse é O trabalho dele! Ele mostra o que é ser um ator de nome e fazer um papel desafiador com uma facilidade incrível. Você se apaixona por ele. Você sente dó dele. Você torce pra ele. Sem falar no lindo do Armie Hammer ao seu lado, fazendo o filme ficar ainda mais foda! Ele ter sido indicado ao Oscar anteriormente pelos papéis em <em>O Aviador</em> e em <em>Diamante de Sangue</em> só me deixa mais p* ainda. Nem de longe aquelas atuações foram melhores que essa.<br />
Enfim, eu espero que todos que tenham lido isso aqui assistam o filme e possam entender pelo menos um pouquinho da minha revolta. É isso.</p>
<p><em>0 indicações ao Oscar <img src='http://carolmunhoz.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /><br />
1 indicação no Globo de Ouro<br />
2 indicações no SAG</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Minha nota: 8</em></p>
<p>Mas não! Minha revolta com a Academia não acaba aqui!<br />
Vamos tentar entender como o cliché <strong>Cavalo de Guerra</strong> (do Spielberg) foi indicado a Melhor Filme e em todas as categorias técnicas. Como Kristen Wiig recebe uma indicação por ter escrito o roteiro de <strong>Bridesmaids</strong> (Missão Madrinha de Casamento). Como um filme lindo e sensível como <strong>50%</strong> só é reconhecido nos GG e depois some. E como <strong>Michael Fassbender</strong>, tão falado e tão premiado, nem chegou perto do Oscar. Como ignoraram completamente o filme <strong>Drive</strong>, super moderno e inovador. Como parece que eles já esqueceram que <strong>Trent Reznor e Atticus Ross</strong> levaram a estatueta pela melhor trilha sonora do ano passado. E o mais absurdo, na minha opinião, como eles não indicaram <strong>As Aventuras de Tintim</strong> para Melhor Animação, sendo que ganhou o Globo de Ouro.<br />
Coisas que só os membros misteriosos da Academia conseguem responder. E eu acho que a gente nunca vai entender.</p>
<p>Eu tentarei voltar depois do fatídico Domingo de Oscar pra comemorar os prêmios dos meus favoritos, e muito provavelmente pra xingar aqueles que realmente não dá pra entender&#8230; Fiquem de olho! (principalmente no meu Twitter. Eu costumo fazer uma narração completa de cada detalhe, desde o pré-show, passando pelo red carpet, até o final da transmissão ;D)</p>
<p>Boa diversão!</p>
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		<title>Jim Sturgess</title>
		<link>http://carolmunhoz.com/blog/jim-sturgess/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 15:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Munhoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atores]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[atores]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é outro daqueles post especiais onde eu falo dos trabalhos de uma pessoa. Como aconteceu com Andrew Garfield e David Fincher, eu fiz uma super maratona de filmes, dessa vez com meu mais novo ator preferido: Jim Sturgess. James Anthony Sturgess nasceu em Londres, em 1981, e foi criado em Surrey. Desde pequeno já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é outro daqueles post especiais onde eu falo dos trabalhos de uma pessoa. Como aconteceu com <a href="http://carolmunhoz.com/blog/andrew-garfield/" target="_blank">Andrew Garfield</a> e <a href="http://carolmunhoz.com/blog/a-longa-historia-de-david-fincher-e-trent-reznor/" target="_blank">David Fincher</a></em>, eu fiz uma super maratona de filmes, dessa vez com meu mais novo ator preferido: <strong>Jim Sturgess</strong>.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/js.jpg" class="bordaimg"></a></center></p>
<p>James Anthony Sturgess nasceu em Londres, em 1981, e foi criado em Surrey. Desde pequeno já mostrava talento pra teatro, e foi quando foi para a universidade que entrou também no mundo da música.<br />
<img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/poster-atu.jpg" class="bordaimg" align="left"></a> Fez muitos trabalhos pequenos na TV depois de ser indicado a uma agência em Londres, e foi quando se juntou à sua primeira banda: Dilated Spies. Mas sua carreira de ator estava prestes a decolar, então logo ele largou a banda e se dedicou só à atuação. Seu primeiro trabalho grande foi o musical <strong>“Across The Universe”</strong>, em 2007. Jim ganhou muito reconhecimento por atuar e cantar muito bem no filme. Sturgess é Jude, um garoto de Liverpool que vai para os Estados Unidos atrás de seu pai. É quando conhece Max e Lucy (<strong>Evan Rachel Wood</strong>) e resolve ficar no país. Jude e Max se mudam para uma espécie de pensão, e assim vai se desenrolando o filme. Jude se apaixona por Lucy, que no meio do filme acaba se envolvendo com um grupo de rebeldes que protestam contra a Guerra do Vietnã. O filme inteiro é banhado com uma pegada psicodélica, colorida, característica dos anos 60. E tudo é contado por meio de músicas dos Beatles (aliás, quase todos os nomes de personagens do filme saíram de músicas dos Beatles. Jude, Lucy, Prudence&#8230;) Até Bono Vox aparece no meio do filme interpretando a música “I Am The Walrus”.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/across-the-universe-2.jpg" class="bordaimg"></a></center></p>
<p>Dentre muitas performances excelentes, meu destaque vai para “Strawberry Fields Forever” e “All You Need Is Love”, tocada na última cena do filme. É um musical excelente, muito bem feito e muito bem escrito. As versões das músicas dos Beatles são perfeitas e encaixam perfeitamente nas cenas. Super recomendo a todos os fãs de Beatles e de musicais em geral!</p>
<p><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/poster-21.jpg" class="bordaimg" align="right"></a> Em 2008, Sturgess protagonizou o filme <strong>“21” (Quebrando a Banca)</strong>, que conta a história de um grupo de jovens nerds do MIT que ganham dinheiro jogando 21 em Las Vegas. O grupo é liderado por Micky Rosa (<strong>Kevin Spacey</strong>), que também é professor no MIT. Juntos eles aprendem a contar as cartas do jogo e combinam vários códigos para assim se darem bem em Vegas. Eles assim provam que 21 é um jogo de pura matemática e não de sorte. O problema é que Ben (Sturgess) acaba se envolvendo muito no jogo e quando deixa seu lado emocional dominar, ele começa a perder dinheiro.<br />
É um filme bem sessão da tarde, comum, mas ainda assim emocionante. E aqui Jim Sturgess faz sotaque americano, sem nenhuma falha sequer. Ninguém diz que ele é inglês.</p>
<p><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/poster-twb.jpg" class="bordaimg" align="left"></a><strong>“The Way Back” (Caminho da Liberdade)</strong>, de 2010, foi outro filme protagonizado por Sturgess. O filme conta com um elenco classe A: <strong>Colin Farrell, Ed Harris, Mark Strong</strong>, entre outros. Também recebeu destaque na mídia esse ano por ter sido indicado ao <strong>Oscar de Melhor Maquiagem</strong>. E realmente é o maior destaque do filme. A história também é magnífica. Um grupo de presos de um campo na Sibéria, durante a Segunda Guerra Mundial, conseguem fugir com destino à Mongolia durante uma tempestade de neve. Aos poucos vários vão ficando para trás, e é quando sobram só 5 homens que eles encontram Irena, uma garota que acaba sendo adorada pelos homens durante a longa caminhada. Todos cuidam mais dela do que de si próprios. Eles chegam na divisa entre a Rússia e a Mongolia e aí descobrem que o país também está dominado por comunistas. Então eles decidem atravessar o deserto de Gobi para chegar até a Índia. Quando finalmente os três últimos sobreviventes chegam no país, eles são muito bem recebidos.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/cinema-The-Way-Back-1.jpg" class="bordaimg"></a></center></p>
<p>O filme foi baseado num livro que conta histórias reais de fugitivos que caminharam 4000 milhas (por volta de 6500 km) entre a Sibéria e a Índia. Colin Farrell faz um assassino russo, Ed Harris é um americano, e Jim Sturgess é um polonês. Outro sotaque completamente diferente. Perceberam a versatilidade do cara, né? Filme excelente. Vale assistir.</p>
<p><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/poster-od.jpg" class="bordaimg" align="right"></a> O trabalho mais recente de Sturgess é o romance <strong>“One Day” (Um Dia)</strong>, com <strong>Anne Hathaway</strong>. Também baseado num livro, a história é de dois colegas de faculdade que acabam indo juntos pra casa na noite de formatura, bêbados, mas decidem que só querem ser amigos. A amizade é muito forte durante longos 20 anos, em que ela (Emma – Hathaway) se muda pra Londres para ganhar dinheiro e tentar ser escritora e ele (Dexter – Sturgess) acaba virando um famoso apresentador de TV. O filme todo mostra a vida dos dois sempre no dia 15 de julho de todos os anos, entre 1988 até 2008. Parece sem graça, mas acreditem, não é. Ver os acontecimentos na vida dos dois é divertidíssimo além de super romântico, quando eles finalmente resolvem ficar juntos. Anne e Jim tem uma química simplesmente perfeita. Parece que viveram fazendo filmes juntos, sem falar que representar um casal que se ama há 20 anos não é pra qualquer um. Que a Anne é fantástica todos já sabem, mas pra mim esse foi O filme do Jim Sturgess. Ele se supera em todos os sentidos. Consegue fazer um jovem apaixonante e pegador com cara de James Dean, até um pai de família cuidando de um bebê. Se dependesse de mim, eu indicaria ele para um Oscar por esse trabalho.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/oneday.jpg" class="bordaimg"></a></center></p>
<p>Jim ainda estará em quatro filmes no ano de 2012 que estão atualmente em produção e filmagem, um deles, “Upside Down”, ao lado de <strong>Kirsten Dunst</strong>.<br />
Como ele é quase sempre escolhido para papéis principais, eu acredito que Sturgess ainda tem uma magnífica carreira pela frente. Ele está sempre em destaque por ótimas atuações, o que faz um verdadeiro ícone do cinema ser admirado pelas razões certas e não por sua vida pessoal ou acontecimentos do passado.<br />
Enfim&#8230; Assistam os filmes se puderem, admirem, e comentem aqui. A gente sempre agradece =)</p>
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		<title>SWU 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 18:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Munhoz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
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		<description><![CDATA[No último fim de semana (do feriadão de 15 de novembro) teve em Paulínia a 2ª edição do Festival de Música e Arte SWU &#8211; Starts With You. Eu fui no do ano passado (que foi em Itú, no feriado de 12 de Outubro) que foi um dos melhores festivais que o Brasil ja fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último fim de semana (do feriadão de 15 de novembro) teve em Paulínia a 2ª edição do Festival de Música e Arte <strong>SWU &#8211; Starts With You</strong>. Eu fui no do ano passado (que foi em Itú, no feriado de 12 de Outubro) que foi um dos melhores festivais que o Brasil ja fez em questão de line-up. O festival em si teve muitas falhas, falta de segurança e problemas de estrutura (filas enormes nas praças de alimentação, filas enormes pra entrar, som ruim, lugar pequeno pra MUITA gente&#8230;). Mas o line-up foi o melhor possível. Teve <strong>Linkin Park, Incubus, Kings Of Leon, Dave Matthews Band, Regina Spektor, Avenged Sevenfold, Queens Of The Stone Age, Rage Against The Machine, Joss Stone</strong>, entre outros. Eu fui em 2 dias dos 3 do festival ano passado, e esse ano fui só em 1, no último – O melhor na opinião de muita gente.<br />
Só nesse dia rolou nos palcos principais: <strong>Raimundos, Duffy McKagan’s Loaded, Black Rebel Motorcycle Club, Down, 311, Sonic Youth, Primus, Megadeth, Stone Temple Pilots, Alice In Chains e Faith No More</strong>. No palco New Stage, rolou vários grupos de música eletrônica, além do japonês doido do <strong>Miyavi</strong> e a banda <strong>Simple Plan</strong> pra fechar a noite (a razão maior de eu ter ido nesse dia). Como vários outros festivais que já fui, acabei conhecendo e virando fã de bandas que eu mal conhecia. Foi o caso do <strong>Nine Inch Nails</strong> em 2005, no Claro Que É Rock. Eu só conhecia 3 músicas deles e hoje posso me considerar uma fã daquelas que sabe cada letra e cada riff. No SWU isso aconteceu com o Faith No More. Vou começar falando deles então, indo de trás pra frente na ordem dos shows do dia 14 de novembro de 2011.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/fnm.jpg" class="bordaimg"></a></center><br />
<em>(Foto: Virgula/UOL)</em></p>
<p>Com 15 minutos de atraso, um pernambucano doido entra no palco e anuncia o <strong>Faith No More</strong>. A banda entra, toca uma introdução, e então <strong>Mike Patton</strong> aparece no palco, todo de branco como o resto dos integrantes, de chapéu, bengala, e um cigarro, completando o estilo do palco. Quando ele entra, os gritos são ensurdecedores como se fossem os Backstreet Boys alí no palco. Eles abrem o setlist com “Woodpecker From Mars” emendado com um pedaço de “Delilah”, do cantor Tom Jones. Já aí se previa a loucura que seria esse show. Repleto de hits e músicas completamente diferente umas das outras, o show foi desenrolando de forma quase hipnótica. Principalmente pra mim, que conhecia tão pouco e estava sentada na arquibancada tentando descansar e tomar menos chuva. Em “Evidence”, Patton cantou parte em inglês e parte num português bem enrolado, mas que surpreendeu. Foi quando chegou o famoso cover de “Easy”, mais famosa na voz de Patton do que a original, que o público cantou com toda vontade. Foi aí também que eu parei e percebi a voz incrível que este homem tem. Logo após esta música, entra “Surprise! You’re Dead!”, do álbum de 89. A mudança de estilo é tão drástica que te faz rir. Eu ri. Muito!<br />
Antes do encore, “King For A Day” começa de um jeito inusitado: Patton pede pra galera gritar “PORRA! CARALHO!” no ritmo da música, e assim vai até o final dela, automaticamente. Ele cantava, o povo gritava: “PORRA! CARALHO!”. Aliás, palavrões não faltaram em todo o show. Todos em português. Mike Patton provou que fala português melhor que muito brasileiro até. Ele falava “obrigado” como se estivesse conversando com a gente, muito natural. Logo em seguida veio o maior hit da banda, “Epic”, que muita gente pensa que é do Nirvana. A parte estranha dessa música ao vivo é que a voz de Patton no CD ainda era fina, e hoje é grossa. Fora isso, foi literalmente Épico. Da arquibancada, lá longe, eu ouvia a galera cantando com todas as forças restantes depois daquele dia cansativo e chuvoso.<br />
Quando você pensava que já tinha terminado toda a doidera que foi esse show, Mike Patton fecha o setlist com um cover de “This Guy’s In Love With You”, de Burt Bacharach. Pois é. Preciso falar mais alguma coisa? Apesar de curto (só 17 músicas), foi realmente um dos melhores shows do ano no Brasil. Se não O show do ano no Brasil. Mesmo depois de muitos anos separados e sem lançar música nova (o último álbum da banda foi lançado em 1997!!!), eu sei que o Faith No More é uma banda que ainda vai ficar muito tempo na história.</p>
<p>Bom, já falei demais. Agora vou falar brevemente de alguns shows do dia que eu assisti (eu não consegui ver todos por causa da chuva e do cansaço. Ninguém é de ferro!).</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/311-03.jpg" class="bordaimg"></a></center><br />
<em>(Foto: Samuel Kobayashi/Multishow)</em></p>
<p>A banda americana formada em Nebraska, <strong>311</strong>, traz um new metal bem diferente e animado. Pouco conhecida no Brasil, mas já existente desde 1988, eles surpreenderam o público que estava lá esperando outras bandas principais. Gostei bastante do show deles, os caras são bons, as músicas são ótimas e eles agitam bastante. Os poucos fãs presentes cantavam todas as letras.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/blackrabel05.jpg" class="bordaimg"></a></center><br />
<em>(Foto: André Bittencourt/Multishow)</em></p>
<p>O primeiro show que assisti no dia 14 foi o do <strong>Black Rebel Motorcycle Club</strong> (muitas vezes abreviado para BRMC). Fiquei surpresa ao ver uma mulher na bateria, mandando muito bem, assim como o baixista e o guitarrista. A banda tem três membros somente, sendo dois vocalistas que revezam entre as músicas e a baterista que também faz backing vocal. As músicas lembram um pouco o som dos Strokes, Oasis, The White Stripes, Arctic Monkeys e assim vai. É um rock que gruda na cabeça e faz você cantar mesmo sem conhecer as músicas. Show excelente.</p>
<p><center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/sp2-1.jpg" class="bordaimg"></a></center><br />
<center><img src="http://i106.photobucket.com/albums/m245/cahlefebvre/blog%20stuff/sp1-1.jpg" class="bordaimg"></a></center><br />
<em>(Fotos: Flavio Moraes/G1)</em></p>
<p>Eu e meus amigos descemos pro palco New Stage onde ia ser o show do <strong>Simple Plan</strong>, assistimos o <strong>Miyavi</strong> (foda) e o <strong>Crystal Castles </strong>(terrível. Graças a Deus só durou 30 minutos). Tudo lá estava atrasado, então o Simple Plan só subiu no palco por volta das 23h40 (estava marcado pras 22h45).<br />
O show foi maravilhoso. Só tinha fã lá, o que ajudou muito. Tirando algumas meninas sem noção, todos estavam lá para curtir e não para se apertar. Deu pra dançar, pular muito, e cantar loucamente. A chuva que caiu durante o show deles foi a mais intensa do dia inteiro, e só parou quando eles saíram do palco ao som de “Perfect”. Cliché né? Hahahaha.<br />
Como prometido e como de costume em festivais, eles só tocaram singles. Também como os outros dois shows que assisti da banda, eles abriram com “Shut Up”, já animando bastante a galera. Depois veio “Can’t Keep My Hands Off You”, “Jump” (com mashup de “I Gotta Feeling”), “When I’m Gone” cantada em coro pelo público, “Addicted”, voltando aos bons velhos tempos, “You Suck At Love”, “Your Love Is A Lie” (os gritos de “LIE! LIE!” Ainda ecoam na minha cabeça&#8230;hahha), e depois veio pra mim o melhor momento do show: “Astronaut”. Pierre dedicou essa música aos fãs que acompanham a banda desde as antigas e ainda continuam fiéis (tipo eu assim&#8230;). Preciso falar que chorei? E fiquei um pouco brava ao mesmo tempo porque muita gente nem sabia da existência daquela música.<br />
Mas enfim&#8230;Veio uma pequena pausa e eles continuam com o setlist fazendo o momento PARTY de todos os shows, dessa vez com um medley de “Fuck You”/ “Dynamite”/ “Raise Your Glass”, com direito a reboladinhas coordenadas de todos e um barman fazendo caipirinha na hora, em cima do palco. “Jet Lag”, “Welcome To My Life” e “I’d do Anything” fecharam a setlist antes do encore. Como perceberam, foi um show curtíssimo, só com singles, mas bem animado e bastante aplaudido pelos fãs que esperaram ansiosamente por aquele show. Apesar de tudo, valeu a pena.</p>
<p>E é isso. Essa foi minha saga SWU desse ano. Eu acho que esse festival ainda tem muito a crescer, melhorar line-up e estrutura. Mas esse ano já provou que os próximos serão melhores. As praças de alimentação eram bem posicionadas, grandes (não tinham filas), com muita opção de comida e bebida. Vários ambulantes andavam pelo parque todo não deixando ninguém com sede. As vezes até alguém vendendo pizza passava por você no meio da galera. Os banheiros acho que ainda tem que aumentar, pois não comportam mais de 70 mil pessoas em um dia, imagina em três. O parque onde foi o festival esse ano é excelente, enorme, bonito, e bem mais perto. Tem uma rodoviária e um shopping logo ao lado, ótimo acesso e muitas linhas de ônibus vindo de todos os lugares. Paulínia fechou contrato para mais quatro SWU, e a gente só agradece.<br />
Ano que vem estarei lá novamente!</p>
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		<title>Show: Hanson em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 15:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol Munhoz</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Shows]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de qualquer coisa: SIM, ELES AINDA EXISTEM. Eles não morreram nem se separaram nem nada disso. Ainda são irmãos, ainda são loiros e lindos, e ainda sabem fazer música. Eu não tava falando deles alguns posts atrás aqui mesmo??? É, falei dos dois últimos singles lançados, pra quem não viu, aqui. Pois bem, mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de qualquer coisa: SIM, ELES AINDA EXISTEM. Eles não morreram nem se separaram nem nada disso. Ainda são irmãos, ainda são loiros e lindos, e ainda sabem fazer música. Eu não tava falando deles alguns posts atrás aqui mesmo??? É, falei dos dois últimos singles lançados, pra quem não viu, <a href="http://carolmunhoz.com/blog/musicas-para-animar/" target="_blank">aqui.</a></p>
<p>Pois bem, mesmo que você saiba da existência desses dois singles, MUITA gente nem fazia ideia que eles estavam vindo pro Brasil, não é? Eles vieram semana passada, tocaram em Porto Alegre na sexta e em São Paulo no domingo. Eu fui no de domingo, depois de mais de 10 anos de espera (eu tinha 11 quando eles vieram. Eu não tinha como ir e fiquei muito triste!), e conto aqui brevemente o que aconteceu.</p>
<p><center><a href="http://www.flickr.com/photos/carolmunhoz/6322538130/" title="Hanson @ São Paulo (Nov 2011) por Carol Munhoz, no Flickr"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6035/6322538130_ded20fc22e_z.jpg" width="640" height="480" alt="Hanson @ São Paulo (Nov 2011)"></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/carolmunhoz/6322540980/" title="Hanson @ São Paulo (Nov 2011) por Carol Munhoz, no Flickr"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6224/6322540980_db4104b394_z.jpg" width="640" height="480" alt="Hanson @ São Paulo (Nov 2011)"></a></center></p>
<p>Depois de quebrar minha promessa de nunca mais ir em shows de gente não civilizada e nem passar horas numa fila à toa, lá estava eu acordando as 7 da manhã em pleno domingo. Ansiosa, enjoada, nervosa. Fomos em 7 pessoas, almoçamos no shopping e fomos pra fila meio-dia. E lá ficamos até as 18h30, quando abriu os portões do <strong>Citibank Hall</strong>. Me queimei no sol (mesmo nublado), fiquei com dor na bunda de ficar sentada naquela calçada, senti sono e muito cansaço. Mas eu ainda ia ver os Hanson, então me segurei bastante. Fui seguir meus amigos lindos e acabei lá, exatamente no meio da pista, já prevendo o pior. A minha ideia inicial era ficar no começo de um degrau para poder pelo menos enxergar o show. Mas não, lá fui eu sofrer&#8230;</p>
<p><center><a href="http://www.flickr.com/photos/carolmunhoz/6322541962/" title="Hanson @ São Paulo (Nov 2011) por Carol Munhoz, no Flickr"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6053/6322541962_ec5e18e993_z.jpg" width="640" height="480" alt="Hanson @ São Paulo (Nov 2011)"></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/carolmunhoz/6322539986/" title="Hanson @ São Paulo (Nov 2011) por Carol Munhoz, no Flickr"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6117/6322539986_e54bf77eb1_z.jpg" width="640" height="480" alt="Hanson @ São Paulo (Nov 2011)"></a></center></p>
<p>Com 30 minutos de atraso, as <strong>20h30</strong>, as cortinas levantaram e eles já estavam lá, começando com <em>“Waiting For This”</em>. Eu não via absolutamente nada, não ouvia, não sabia mais quem eu era. Duas meninas baixinhas passaram por mim dando porrada (meu braço não levanta até agora), eu revidei, xinguei, mas já era tarde. Eu estava MUITO p*** com tudo aquilo. Parecia um show de rock pesado com bate cabeça. Era um empurra-empurra, gente mal educada, nem ligando pro fato de que duas pessoas não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. No começo da terceira música (nem lembro qual era&#8230;) eu fui embora. Comecei a ir pra trás mas o mar de gente não acabava&#8230;<strong>nunca</strong>. Fui até o último degrau, lotado de gente, e não via nada além de cabeças e câmeras. Foi quando achei um espacinho e pedi para uma menina me deixar subir porque eu não enxergava nada. Consegui, e dali pelo menos eu via a carinha deles, mesmo que de longe.<br />
O povo tava muito surtado, tinha muita, mas muita, mas <strong>MUITA GENTE</strong> naquele lugar minúsculo. Eu acho que eles venderam ingresso a mais do que a capacidade do lugar. Vai entender né&#8230;<br />
Enfim. Depois desse desabafo todo, vamos as partes boas.</p>
<p><center><a href="http://www.flickr.com/photos/carolmunhoz/6322011537/" title="Hanson @ São Paulo (Nov 2011) por Carol Munhoz, no Flickr"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6236/6322011537_c3c237a7eb_z.jpg" width="640" height="480" alt="Hanson @ São Paulo (Nov 2011)"></a></center> </p>
<p>O show foi maravilhoso. Só quem viu mesmo pra entender, mas vou tentar explicar. Imaginem só 3 pessoinhas no palco, tocando violão, bateria, guitarra e piano. <strong>24 músicas</strong>. Uma pausa. Todas as milhares de pessoas lá dentro cantando TODAS as músicas. Novas e velhas. Fãs de anos atrás, ainda fieis. Foi simplesmente mágico. O poder que eles tem de fazer um belíssimo show sem nenhuma superprodução e nem sequer um músico de apoio. <strong>Simples e pura música</strong>. Músicas que marcaram a vida daquelas pessoas que estavam lá.<br />
Pra mim os destaques foram muitos, mas principalmente <em>“Save Me”</em>, um grande hit aqui no Brasil, tocada somente por <strong>Taylor Hanson</strong> com sua linda voz e sua habilidade no piano (essa foi a única música que eu chorei, confesso!); <em>“Crazy Beautiful”</em>, Taylor destruindo no piano, e pedindo pro povo bater palma no ritmo da música, acelerando no final (foi tão divertido!); <em>“Go”</em>, solo do <strong>Zac</strong>, só no violão, todo fofo (as meninas foram à loucura. Ele não cantou essa no show do POA!); a linda <em>“More Than Anything”</em>, solo do <strong>Isaac</strong>, que pediu pra gente escolher se ele tocava violão ou piano; <em>“A Minute Without You”</em>, que me faz arrepiar só de lembrar! Muito 1997!; <em>“Hey!”</em>, que eles também não tocaram em POA, foi um momento mágico; em <em>“Lost Without Each Other”</em> eu voltei no tempo completamente, era minha música preferida deles na época; e nem preciso falar de <em>“If Only”</em> e <em>“In The City”</em> pra fechar né? Nessa hora todo mundo deixou seus corpos lá no Citibank.</p>
<p><center><a href="http://www.flickr.com/photos/carolmunhoz/6322013451/" title="Hanson @ São Paulo (Nov 2011) por Carol Munhoz, no Flickr"><img src="http://farm7.static.flickr.com/6056/6322013451_307436051a_z.jpg" width="640" height="480" alt="Hanson @ São Paulo (Nov 2011)"></a></center></p>
<p>O calor era muito, a sede, e a dor no corpo inteiro, mas depois daquele show&#8230;nada importava. Foi tudo aquilo que eu imaginei que fosse e um pouquinho mais. Os meninos são extremamente simpáticos, educados, agradeciam, elogiavam o público e sorriam toda hora, pediam desculpas por terem demorado tanto pra voltar, e também pediam para a galera cuidar dos outros, porque eles viam o caos que estava aquela pista.<br />
Foram embora todos fofos, depois de <strong>1h50</strong> de show, prometendo a volta o mais breve possível, talvez até ano que vem.<br />
Vemnimim, 2012!</p>
<p>Deixo aqui meu vídeo preferido (não é o melhor&#8230;mas é meu preferido!) que <em>tentei </em>gravar no show, do Taylor tocando <strong>“Save Me”</strong>. É a música inteirinha, e vale a pena ver até o final quando eu finalmente parei de tremer! Hahaha&#8230;<br />
Vou subir mais vídeos ao longo dessa semana no meu canal do <a href="http://www.youtube.com/user/cahfletcher" target="_blank">Youtube</a>, então fiquem de olho!</p>
<p><center><iframe width="650" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/T3_Nr9AE1o4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
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